Há momentos infelizes em que a solidão e o silêncio se tornam meios de liberdade.
Eu choro pelas vezes em que você quase foi meu.
Eu choro pelas lembranças que deixei para trás.
Eu choro de dor, a perda, o velho, o novo.
“
Velho, sabe aquela vontade de sumir? Sendo clichê mesmo. Sabe quando você acha que seria melhor se nunca tivesse existido? Então. É como me sinto. Queria poder me afastar de tudo que insiste em me fazer mal. A ferida que insiste em doer, como se eu não sentisse dor nenhuma - seria até bom não sentir nada - mas a gente acostuma.
E o ponto alto disso nem é a vontade de sumir, mas sim o excesso de esperança - sim, criei expectativas demais - o que era normal no meu caso -. Tenho mania de me apegar facilmente às pessoas, sem nem saber se me querem por perto, ou se em algum momento precisariam de mim - eu sempre fodo com tudo -. O mais intrigante disso tudo, é que eu sempre me perdia no clímax da história - o ponto alto sabe? -, acho que eu ia tão alto, que esquecia de descer, e simplesmente caía. Na ilusão, na escuridão, e tudo de mais frio que pudesse haver.
Eu me enganava ao ponto de acreditar em palavras que na verdade não significavam nada, pelo menos para os que as diziam - fui idiota, não nego -. Agora só penso em me distanciar. Tentar esquecer tudo isso, entende? Tá na hora dos meus erros me ensinarem alguma coisa, ensinar a ser forte. Me ensinar a ser eu. Não que eu seja grande coisa, mas valeria a pena.
E o ponto alto disso nem é a vontade de sumir, mas sim o excesso de esperança - sim, criei expectativas demais - o que era normal no meu caso -. Tenho mania de me apegar facilmente às pessoas, sem nem saber se me querem por perto, ou se em algum momento precisariam de mim - eu sempre fodo com tudo -. O mais intrigante disso tudo, é que eu sempre me perdia no clímax da história - o ponto alto sabe? -, acho que eu ia tão alto, que esquecia de descer, e simplesmente caía. Na ilusão, na escuridão, e tudo de mais frio que pudesse haver.
Eu me enganava ao ponto de acreditar em palavras que na verdade não significavam nada, pelo menos para os que as diziam - fui idiota, não nego -. Agora só penso em me distanciar. Tentar esquecer tudo isso, entende? Tá na hora dos meus erros me ensinarem alguma coisa, ensinar a ser forte. Me ensinar a ser eu. Não que eu seja grande coisa, mas valeria a pena.

